Sabe que sonhei com você?
Não era exatamente como te conheço... mas tinha certeza que te tinha ali, ao menos
Acanhada, não acreditava que iria me beijar... e foi sexy como uma música do Marvin Gaye
Parece até que já sabia como você faria.
Talvez você nunca leia isso... ou nunca me beije de verdade.
Por vezes, prefiro usar aquele meu sorriso para esconder isso aqui dentro.
E apesar de gostar de me perder um pouco e nadar nesse seu olhar,
eu muitas vezes não consigo.
Meu lado mais Charlie Brown fica feliz só de saber
que você existe tão perto, como aquela frase do Elton John.
Mas é só minha imaginação, não se preocupe
sábado, 19 de setembro de 2009
domingo, 30 de agosto de 2009
Mulheres felizes voam
O povo da bossa nova pisou na bola quando alguém cantou "é impossível ser feliz sozinho".
Veja, você não nasceu grudado em ninguém (a não ser que você seja siamês - se for o caso, desculpem-me os 2, ok?). Bem, mas é perfeitamente possível se fazer feliz sim. E este post é sobre pessoas que não se acomodam numa relação monótona.
Ontem, estava parada num mini-congestionamento indo buscar uns amigos. Com um sorriso de orelha a orelha, cantando loucamente junto com o rádio. Pô, era sábado, um dia lindo e ia encontrar gente bacana e fazer um trilhão de coisas.
Ao meu lado, um casal com cara de ralo de banheiro - cada um pra um lado com aquela expressão de tédio. Do outro lado a mesma coisa chatíssima, um clima de cinzeiro dentro do carro. Aí eu pensei - "caraca, que povo triste num dia tão ensolarado".
Sabe, estar sem namorado não é necessariamente estar infeliz - detesto quando tentam me jogar nos braços de qualquer passante, só porque estou solteira. Não estou doente precisando de uma doação de orgãos. Por vezes nem pelo thumbnail o cara a atrai, né?
E quando você está sentada no bar e vem a menina na frente ostentando um bambolê dourado enorme, de mãos dadas com o fascínora atrás, que tira sua roupa com os olhos? Que péssimo isso: pior que a Vanusa bêbada cantando o hino nacional.
Solitária é outra coisa, é bem triste mesmo. Mas estar solteira é um estado mágico, em que você pode tudo - conhecer gente nova, dançar com um desconhecido ou paquerar na rua.
Você também pode ir no cinema ver aquele filme que todo mundo acha nota 2, sem ter que convencer seu "benhê" a ver contigo (aliás, cultivem o saudável hábito de ir sozinhos nos lugares). Ah, claro, você pode encontrar um grande amor e casar com ele, por que não?
Claro que você pode se ferrar também ou ganhar um "por enquanto não, obrigado". Mas faz parte do jogo, ok?
Então, vamos combinar uma coisa: Como todos dizem, se estou mais sorridente não é porque estou apaixonada... é porque estou leve.
E não tem beleza maior que a de uma mulher livre, meus caros.
Veja, você não nasceu grudado em ninguém (a não ser que você seja siamês - se for o caso, desculpem-me os 2, ok?). Bem, mas é perfeitamente possível se fazer feliz sim. E este post é sobre pessoas que não se acomodam numa relação monótona.
Ontem, estava parada num mini-congestionamento indo buscar uns amigos. Com um sorriso de orelha a orelha, cantando loucamente junto com o rádio. Pô, era sábado, um dia lindo e ia encontrar gente bacana e fazer um trilhão de coisas.
Ao meu lado, um casal com cara de ralo de banheiro - cada um pra um lado com aquela expressão de tédio. Do outro lado a mesma coisa chatíssima, um clima de cinzeiro dentro do carro. Aí eu pensei - "caraca, que povo triste num dia tão ensolarado".
Sabe, estar sem namorado não é necessariamente estar infeliz - detesto quando tentam me jogar nos braços de qualquer passante, só porque estou solteira. Não estou doente precisando de uma doação de orgãos. Por vezes nem pelo thumbnail o cara a atrai, né?
E quando você está sentada no bar e vem a menina na frente ostentando um bambolê dourado enorme, de mãos dadas com o fascínora atrás, que tira sua roupa com os olhos? Que péssimo isso: pior que a Vanusa bêbada cantando o hino nacional.
Solitária é outra coisa, é bem triste mesmo. Mas estar solteira é um estado mágico, em que você pode tudo - conhecer gente nova, dançar com um desconhecido ou paquerar na rua.
Você também pode ir no cinema ver aquele filme que todo mundo acha nota 2, sem ter que convencer seu "benhê" a ver contigo (aliás, cultivem o saudável hábito de ir sozinhos nos lugares). Ah, claro, você pode encontrar um grande amor e casar com ele, por que não?
Claro que você pode se ferrar também ou ganhar um "por enquanto não, obrigado". Mas faz parte do jogo, ok?
Então, vamos combinar uma coisa: Como todos dizem, se estou mais sorridente não é porque estou apaixonada... é porque estou leve.
E não tem beleza maior que a de uma mulher livre, meus caros.
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quinta-feira, 23 de julho de 2009
Meninos, eu vi!

Vocês pararam pra pensar que a nossa geração ( e estou falando aos meus contemporâneos, nascidos na década de 70 e bem no início de 80) teve sorte em conhecer ainda vivos lendas saculejadas da música em seu ápice?
Olha só esses 5, por exemplo:
- Freddie Mercury
O bigode era macho - até debaixo de outro macho
Eu era uma pirralha na época do primeiro Rock in Rio. Mas me lembro do reboliço quando o Queen chegou por aqui: " Love of my life" ao vivo tocava exaustivamente. Ah... me lembro do radinho de pilha da minha mãe...
Ainda hoje, quando ouço "The show must go on" dá aquele arrepio na espinha em lembrar que o caboclo tava lutando contra o vírus que o matou... louco isso, né?
Nosso pit-bicha predileto ria na cara do perigo, com aquela indefectível calça branca em Wembley cantando "I want to break free". Como não gostar dele?
- Michael Jackson
Preto no branco
Depois que o cara foi pro saco, muita gente falou dele nesses dias. Mas o fato é que, só quem viveu os anos 80 como nós pode lembrar bem como era legal ligar a tv e ver o cara fazendo moonwalker e curtir Thriller quando era um lançamento. Era bacana ouvir os mais velhos exclamando: "Cê vê, Neide - Esse menino deu uma esticada, né? - Lembra que ele parecia o Buiú, de tão cotoco há apenas uns anos?"
- Cazuza e Renato Russo
Geração Coca-cola
Eu não sei sambar, não curto batuque e sempre me senti à margem da sociedade brasileira por não curtir tanto coisas digamos... folclóricas. Mas uma coisa que a gente pode se orgulhar é dos 2 acima citados. Foram irreverentes, letristas fabulosos e carismáticos pacas. E eu acho que o Renato Russo poderia ter sido aquele amigão que pinta em casa à noite e vê Bridget Jones com a gente, tomando sorvete de chocolate.
- Joey Ramone
E os tempos do punk moleque
Eu morria de medo do filme O Cemitério Maldito, mas confesso que a batida de "Pet Sematary" me fez engolir o choro.
Os Ramones eram genais de tão simples. É aquilo ali e ponto: "Somebody put something in my drink", "I wanna be sedaded"(abaixo)... Mas tem até uma coisa mais elaborada para gostos mais exigentes, como "Poison Heart", por que não?
Que falta essa cabeleira faz. Adorava aquela cara de "to cagando e andando pra vcs" dele
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Procura-se Noivo...
... que tope fazer isso aqui, ó:
(A cara desse noivo de alegria sem limites, é muito especial, fala ai?)
(A cara desse noivo de alegria sem limites, é muito especial, fala ai?)
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domingo, 5 de julho de 2009
O que fazer no avião quando o passageiro do lado é um chato?
1. Tirar o laptop da mala
2. Abrir o laptop devagarinho e calmamente
3. Ligar
4. Assegurar-se de que o vizinho está olhando
5. Ligar a Internet
6. Fechar os olhos por breves momentos, abri-los de novo e dirigir o olhar para o céu
7. Respirar profundamente e abrir este site: http://www.myit-media.de/the_end.html
8. Observar a expressão facial do vizinho.
2. Abrir o laptop devagarinho e calmamente
3. Ligar
4. Assegurar-se de que o vizinho está olhando
5. Ligar a Internet
6. Fechar os olhos por breves momentos, abri-los de novo e dirigir o olhar para o céu
7. Respirar profundamente e abrir este site: http://www.myit-media.de/the_end.html
8. Observar a expressão facial do vizinho.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Sol num dia chuvoso
Hoje encontrei uma amiga muito querida, que não via há tempos... ela havia sido assaltada há minutos e estava muito abalada.Conversamos sobre perdas e ganhos: às vezes, a vida dá um jeitinho de nos tirar coisas e pessoas que já cumpriram sua função. Ficamos tristes, porque nos achamos injustiçados, é verdade.
Mas mesmo com os olhos marejados ela me disse palavras sábias...
E agora também acredito que é tão melhor pensar que evoluímos e coisas novas e melhores tomam o seu lugar na nossa vida.
De um ano pra cá perdi algumas pessoas que amava, coisas que gostava, sentimentos que acreditava.
Mas confesso que estou perdendo o medo da chuva: deixei meu emprego antigo pra ir rumo ao desconhecido, percebi que ganhei muita gente bacana ao meu lado e conquistei o carinho de outras que estavam distantes. E o melhor: estou tendo mais tempo comigo e confesso que estou curtindo essa mocinha aqui, cheia de experiências novas.
A dinâmica da vida é mesmo maravilhosa. Tudo novo, de novo!
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Ah... que década
Não sei como conseguimos chegar vivos até aqui. Nós, crianças dos anos 80, comíamos muita tranqueira nas vendinhas da esquina, nos arriscávamos em brincadeiras de rua e éramos fãs de um cara careca que usava maquiagem e peruca vermelha com viradinhos nas pontas (ah, e de um travesti gordo do mesmo programa). Mas não é que foi bom?
<< Essa ai do lado sou eu, num momento difícil...
Mas tem aquelas coisas particulares que jamais esquecerei, que foram difíceis, meu Deus:

<< Essa ai do lado sou eu, num momento difícil...Mas tem aquelas coisas particulares que jamais esquecerei, que foram difíceis, meu Deus:

- Nunca gostei de bonecas... eu conseguia estragá-las em 2 tempos, fazendo penteados punks e roupas de fita isolante (numa tentativa frustada de fazer um macacão de couro, a Barbie foi brincar de roqueira e nunca mais conseguiu vestir outra roupa... mas admito que era divertido ela ir a festas aonde as outras desfilavam com modelinhos delicadinhos, cheio de lacinhos blé-blé-blé)
- Não sei como me tornei tão feminina: quando descobri o estojo de maquiagem da minha mãe, meu pai ficou tão nervoso que me pintou de um jeito palhacita e me fez sair na rua... ai que vergonha
- No ginásio, me achavam muito tímida fizeram quase a mesma coisa que meu pai... me empetecaram e foi uma tragédia (elas achavam mesmo que iam me ajudar?)
- Achava um porre trocar papel de carta (que inútil meu Deus!) e as meninas me olhavam torto porque gostava de brincar de Atari mesmo
- Minha vó tinha uma mania de me fazer orar textos de medo e terror à noite (leia um dos textos anteriores)
- Estudei numa escola pública chamada Galixo e em outra chamada Dragãozinho: me diz que tipo de ser humano consegue ter uma auto-estima decente estudando em lugares com esse nome?
- A primeira vez que comprei um refrigerante na cantina, sai com a garrafa na mão, pulando como louca. Adivinha o que aconteceu?
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