quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

Só para vertebrados: rastafári neles!

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A dor nas costas era impossível. E lá fui eu marota fazer uma massagem.

Atendida por um cara muito simpático, de cabelos grandes ligeiramente dread, sentei na cadeira de quick massage e segundos depois o terapeuta começa a sessão.

Amigos, eu acho que o cara era geneticamente modificado: parecia que o caboclo tinha aprendido massagem com o Chuck Noris. Que sofrimento.

Te juro... me segurei para não grunir, mordia meus lábios com medo de chorar, arregalava os olhos... na verdade toda vez que ele puxava meu ombro ou destroncava a minha cabeça, soava aquele estralo que fazia até Sadam Russein paracer um anjo da guarda. A impressão que eu tinha é que estava levando uma bela sova. Uma surra mesmo.

Foi então que entendi que estava pagando meus pecados. Desde as campainhas tocadas loucamente quando criança até as sonecas no banheiro do escritório. Tudo.

Pensei o que que eu poderia ter feito àquele sansão Jamaicano... será que era em outra encarnação? Será que era um aviso para ouvir Bob Marley? Será que ele era enviado de algum desafeto? Será que ele amigo do Paulo Maluf em busca de retalhação?

Sinceramente não queria ver a minha cara. Me lembro de fazer caretas homéricas.

No final, desossada me levantei....e.... voilá!

Estava nova em folha. Maravilhaaaaaaa. Saí quase voando.

Valeu, Rasta! O que você fez pela gente ninguém faz igual.

Um comentário:

Rodrigo disse...

Sensacional... as mãos santas da Jamaica! Na verdade, o rasta era um contratado por Mr. Rogério para te dar uma surra mesmo, por sair do trabalho na surdina e procurar o auxílio afro heheheh... Bjão vivi, e viva a massagem que nos renova nessa selva de pedra!