domingo, 28 de outubro de 2007

João Penca & Seus Miquinhos Amestrados

Para uma pré-adolescente do final dos anos 80, ligar a tv e ver 3 moços sorridentes, cantando músicas divertidas como "Papa uma ma ma" e fazendo palhaçadas era demais. Ainda mais se a temática fosse anos 50.


Pois foi assim que João Penca e seus Miquinhos Amestrados tomaram de assalto a minha cabeça na época.

Eu cresci, a banda acabou, veio o Napster, o Audio Galaxy, o Kazaa e o E-mule... e eu sempre tentando garimpar mais coisas a respeito. Me lembro de ficar rindo de madrugada ouvindo "A louca do Humaitá" na minha rádio da Usina do Som. Frequentei muitos lugares que ainda tocam as canções, conheci gente que gostava. Fiquei apaixonada, mas ninguém mais achava os discos para comprar.

O tempo passou...Aconteceram muitas coisas. Mesmo.

E neste fim de semana (27 de Outubro), desembarcamos no Rio para vermos o show de retorno da banda. A ironia é que ficamos hospedados na casa de um grande amigo nosso que é o compositor da maioria das músicas e que toca na banda. Meu namorado até cantou uma estrofe de "Popstar" no show.

Maravilhoso. Ouvir "Matinê no Rian" foi uma viagem no tempo (será que alguém mais se lembra que era da novela "Sexo dos Anjos"?)

Com vocês, depois de 14 anos.... João Penca!
( o vídeo foi gravado pelo meu namorado e alguns dos gritinhos são meus, é claro)


domingo, 21 de outubro de 2007

O terror da fauna brasileira


A Terrorista Ruiva está de volta, mas agora alinhada com os conceitos ecológicos - agora ela libera seus instintos animais e personifica a Felícia dos trópicos: baixinha, ruiva e louca para abraçar e abraçar e abraçar todos os animaizinhos com muito amor, até a morte.

Na sua visita à Buzios, a fauna não ficou intacta.

Capaz de escalar pedras na praia no anseio de afargar as garças que tentavam ter uma refeição digna, a Terrorista também esteve muito próxima de sofrer um atentado bovino, por parte de um bezerro que mascava chiclete à beira da estrada e não estava a fim de muitos carinhos.

Ela também abraçou e correu atrás de filhotes felinos que entravam no chalé, gritando desesperada"Ai que lindo" e quase levou os bichanos à perder uma de suas vidas ou ter um derrame, devido à tentativa de fuga dos gatinhos que foram se esconder num quintal de um cão anti-social.

Ela também conversou com cães locais que perambulavam pela orla.

Uma alegria só para ela, um trauma irreversível para os animais locais.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

No Canadá

Hoje é o aniversário de um amigo Genuíno, o Luiz, que tá do outro lado do continente.
Eu li um post muito interessante sobre os imigrantes brasileiros no blog dele - vale a pena a espiada:

http://luiznocanada.spaces.live.com/

Um beijo, Zé Ruela - a gente sempre tem saudades de figuras como vc.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

On the rocks

Olha, gosto muito de rock.

E é por isso mesmo que achei super honesto o texto do camarada Eduardo Souza, ao falar do rei dos palcos. Um texto sem aqueles floreios que os fanáticos cultuam e que traz um ângulo bem interessante e franco aos olhos.

Amelie Polainas recomenda:
http://www.mundorock.com.br/colunasdetalhes.asp?coluna_codigo=82

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Casamento no Castelo de Caras

Foto exclusiva para os leitores de "Amelie Polainas"
(cerca de meia-dúzia de camaradas)
http://www.flickr.com/photos/viviantorres/1368052851/

Cenas Urbanas

No metrô
Outro dia ganhei uma rosa amarela e fui sorridente pra casa, de metroplitano. Eu comecei a reparar nas pessoas, me olhando de maneira não usual. Podia ouvir os pensamento pelo olhares. Alguns sorriam suavemente, outros fixavam o olhar na flor até conseguirem queimar uma pétala, homens me reparavam de maneira mais, diria, concisa e teve até aqueles que me olhavam com espanto como se eu tivesse feito pacto com o Demo.
Pessoas "normais" são muito doidas.

Na banca
Alguém já reparou que, desde que foi lançada, a revista Men´s Health tem a mesma capa ( um tronco masculino pb) e as mesmas reportagens ( "Entre em forma já!" ou coisa q o valha)?
Tipo uma revista Nova de cueca. Que chato.

No parque
Fiquei reparando o vai-e-vem das pessoas no Trianon. Sentadas sozinhas nos bancos, correndo ou levando um monte de cães para passear. Alí, bem no coração do Centro Financeiro de S. Paulo, batia tímida uma rotina interiorana. Brisa fresca.
Fiquei tão boba contemplando.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Incompreensão

Por que será que viver é tão complicado?
Por que as pessoas não conseguem enxergar inocência nos atos singelos?

Eu só quero fazer a minha parte nesse planeta, viver numa sociedade melhor com boas vibes, reciclar coisas, ser gentil com o mundo blá blá blá.

Só que nem sempre as pessoas entendem, se fecham numa visão menor e pior: me olham mas não me veem... saco*.
(*e saco de plástico, tipo saquinho de supermercado, demora 450 anos para se deteriorar na natureza...saco mesmo.Oo...)