quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Presente de Natal subterrâneo

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Olha que sensacional.

Estava descendo a escada do metrô, neste início de noite chuvoso e um som de coral começou a ficar audível...algumas pessoas que desciam também percebiam... e a cada passo da escada, mais audível.
Nossa um coral de natal.
Nossa nossa, um coral de natal cantando Bohemian Rhapsody.

Olha, melhor do que ouvir uma música do Queen soando bonita dentro de uma estação é ver a turma que estava cantando: ao invés das tradicionais batas vermelhas e douradas, o inusitado coral era de um povo doido vestido de camisetas pretas do Led, do Pink Floyd, Deep Purple etc

Quando eles acabaram a última música (Hello Goodbye, dos Beatles) , ao ouvirem os aplausos, um cara da platéia mostrou a caricatura bacana que fizera do coral na hora e, muitos deles fizeram "heavy metal" com a mão.

É isso ai: um Feliz Natal bem saculejado pra você também.
Rock´n roll, meu bem.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Momento Seinfeld

Bem, eu tento ser gentil por onde passo.
Verdade é que nem sempre os seres entendem essa minha disposição e por vezes confundem as coisas: um velhinho desfarelando já me cantou, por exemplo, só por que eu levantei para dar lugar para ele no ônibus. Horrível.

Mas o fato narrado de hoje é motivo de chacota lá no trabalho:
Todo dia, compro meu chá verde e cumprimento as pessoas que fazem parte da minha rotina, como a mulher da famácia, o porteiro e um moço que vende uns cacarecos no farol: aliás, este último sempre foi alguém que eu admirei, pois ele não tem uma das pernas e mesmo assim, com sua muleta, está lá todo dia ganhando seu dinheiro honestamente, sem pedir pra ninguém.

Outro dia, depois do meu majado 'Bom dia", ele ( o moço das muletas) se aproximou e me falou:
"Com toda essa bondade no coração, será que vc pode pagar a minha conta de luz?"
Eu fiquei olhando, sem saber o que falar... "Puxa é a primeira vez que eu digo bom dia para alguém que eu nem sei o nome e essa pessoa me pede para pagar uma conta", pensei.

Na hora fiquei sem jeito... Depois pensei e, no outro dia, ele veio me cobrar e eu disse que "não era porque eu dizia Bom dia que iria pagar as contas das pessoas".

Ai bateu o remorso... tadinho...de muletas, né? Eu sou um demônio... Não sou não... ai meu Deus, mas esmola não dá. Mas...

Mas no dia seguinte fiquei com vergonha e jurei que ia desviar o caminho... Na pressa, esqueci... e lá estava ele de novo. Fui almoçar e na volta eu estava com uma sacolinha na mão... sai correndo para ele não me ver com nada na mão e pensar "que eu tenho dinheiro para comprar qualquer coisa, menos pra pagar a conta dele"... mas ele estava lá, atrás de um carro.

Só que agora todo dia é isso, essa saia justa.

Será que no último episódio da série ele vai vir se vingar de mim também?

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Sabe o que jamais deixarei de fazer num domingo ensolarado?

- passear com a pequena Dolly
- abraçar e se sentir abraçada
- estar rodeada de flores da estação
- sorrir à toa
- tomar um sorvete bem gostoso
- andar sem destino
- ir no cinema, no teatro, num parque e em lugares que eu não vou ha séculos
- tomar um chopp descompromissado com quem se importa comigo

Pois é: como diria Ferris Bueller, "a vida passa rápido demais - e se você não aproveitar, acaba perdendo".

domingo, 18 de novembro de 2007

Jaleco não é um "sobretudo de Deus"

Pessoal, trabalho pertinho de um zilhão de hospitais - aliás, entre os mais "bacanudos" da cidade.
As pessoas pagam fortunas para estar aos cuidados daqueles profissionais.

E sabe o que eu acho curioso?
Ao andar por lá observamos manadas flanando pelas ruas desfilando seus jalecos... E ai que te pergunto: Qual a razão?

Pra quem não sabe, esta peça de roupa ( o jalecão) serve basicamente para isolar suas roupas convencionais dos agentes químicos e microbiológicos presentes no ambiente de trabalho.

Quando os cabeções saem na rua pagando de "doutô" estão contaminando todo o ambiente em que circulam.

Outro dia vimos uma aparição, de jaleco e estetoscópio ( isso mesmo!), comendo coxinha num boteco.

Estetoscópio tb? Fala sério.

domingo, 28 de outubro de 2007

João Penca & Seus Miquinhos Amestrados

Para uma pré-adolescente do final dos anos 80, ligar a tv e ver 3 moços sorridentes, cantando músicas divertidas como "Papa uma ma ma" e fazendo palhaçadas era demais. Ainda mais se a temática fosse anos 50.


Pois foi assim que João Penca e seus Miquinhos Amestrados tomaram de assalto a minha cabeça na época.

Eu cresci, a banda acabou, veio o Napster, o Audio Galaxy, o Kazaa e o E-mule... e eu sempre tentando garimpar mais coisas a respeito. Me lembro de ficar rindo de madrugada ouvindo "A louca do Humaitá" na minha rádio da Usina do Som. Frequentei muitos lugares que ainda tocam as canções, conheci gente que gostava. Fiquei apaixonada, mas ninguém mais achava os discos para comprar.

O tempo passou...Aconteceram muitas coisas. Mesmo.

E neste fim de semana (27 de Outubro), desembarcamos no Rio para vermos o show de retorno da banda. A ironia é que ficamos hospedados na casa de um grande amigo nosso que é o compositor da maioria das músicas e que toca na banda. Meu namorado até cantou uma estrofe de "Popstar" no show.

Maravilhoso. Ouvir "Matinê no Rian" foi uma viagem no tempo (será que alguém mais se lembra que era da novela "Sexo dos Anjos"?)

Com vocês, depois de 14 anos.... João Penca!
( o vídeo foi gravado pelo meu namorado e alguns dos gritinhos são meus, é claro)


domingo, 21 de outubro de 2007

O terror da fauna brasileira


A Terrorista Ruiva está de volta, mas agora alinhada com os conceitos ecológicos - agora ela libera seus instintos animais e personifica a Felícia dos trópicos: baixinha, ruiva e louca para abraçar e abraçar e abraçar todos os animaizinhos com muito amor, até a morte.

Na sua visita à Buzios, a fauna não ficou intacta.

Capaz de escalar pedras na praia no anseio de afargar as garças que tentavam ter uma refeição digna, a Terrorista também esteve muito próxima de sofrer um atentado bovino, por parte de um bezerro que mascava chiclete à beira da estrada e não estava a fim de muitos carinhos.

Ela também abraçou e correu atrás de filhotes felinos que entravam no chalé, gritando desesperada"Ai que lindo" e quase levou os bichanos à perder uma de suas vidas ou ter um derrame, devido à tentativa de fuga dos gatinhos que foram se esconder num quintal de um cão anti-social.

Ela também conversou com cães locais que perambulavam pela orla.

Uma alegria só para ela, um trauma irreversível para os animais locais.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

No Canadá

Hoje é o aniversário de um amigo Genuíno, o Luiz, que tá do outro lado do continente.
Eu li um post muito interessante sobre os imigrantes brasileiros no blog dele - vale a pena a espiada:

http://luiznocanada.spaces.live.com/

Um beijo, Zé Ruela - a gente sempre tem saudades de figuras como vc.